sábado, 22 de outubro de 2016

Mercedes-Benz 300 SL

Apresentada em 1954, versão de estrada do Mercedes-Benz 300SL – denominada internamente como W198 – surgiu por sugestão de Max Hoffman, o distribuidor americano da marca germânica, tendo em vista aquele florescente mercado do pós-guerra e o seu fascínio crescente pelos menores e mais ágeis desportivos europeus. Assim, para Hoffman fazia sentido vender nos Estados Unidos, uma versão mais “civilizada” do 300SL W194 de competição, que tivera bastante sucesso nas épocas de 1952 e 1953. Após a sua estreia, o 300 SL classificou-se em 2º e 4º lugares nas Mille Miglia de 1952, para no mesmo mês de Maio vencer o GP de Berna e com Karl Kling, Hermann Lang e Fritz Riess a tomarem nos 3 primeiros lugares do pódio. Seguiu-se-lhe ainda nesse mesmo ano, a dupla vitória nas 24 Horas Le Mans, os 4 primeiros lugares no GP do Jubileu no Nürburgring e a dupla vitória na 3ª Carrera Panamericana.
Claramente destinado ao mercado norte-americano, o 300 SL Coupé foi então apresentado ao mundo no Salão Automóvel de Nova York de 1954, fascinando desde logo o público com as suas portas de abertura para cima, rapidamente batizadas “gullwing”, numa referência directa às asas abertas de uma gaivota. Apesar do preço elevado de 7000 Dólares – o equivalente a cerca de 5700 Euros ao câmbio de hoje – foi um sucesso imediato, tendo no final da produção do coupé, em 1957, sido ultrapassadas as estimativas iniciais de 1000 exemplares, com cerca de 1400 automóveis fabricados.
Fonte: http://www.jornaldosclassicos.com/2012/07/27/mercedes-benz-300sl-gullwing-coupe-de-1956/




domingo, 16 de outubro de 2016

Citroen 2CV

No ano de 1936, Pierre Boulanger, director geral da Citroen, estava de férias na região de Clermont Ferrand, um centro agrícola muito movimentado. O dia de mercado traz pequenos agricultores e camponeses para vender e comprar produtos frescos. O cavalo e a carroça eram o meio de transporte mais comum na França rural e, à medida que contemplava o cenário, Boulanger começou a pensar que todas aquelas pessoas poderiam vir a tornar-se seus potenciais clientes. O que era necessário pensava ele, era uma forma simples de transporte, tão simples como 4 rodas e um chapéu-de-chuva!
De volta à sua fabrica em Paris Boulanger explicou aos seus engenheiros que o novo veiculo deveria ser capaz de transportar uma cesta de ovos através de um campo de terra arada sem partir nenhum e que ele - um homem alto - deveria poder sentar-se confortavelmente usando um chapéu. Teria ainda que ser barato para estar ao alcance de todos. E como iria substituir o cavalo e a carroça, as performances seriam tudo menos importantes.
A suspensão era um exemplo fantástico de simplicidade e habilidade. As quatro rodas estavam montadas sobre braços compridos, ligadas a mais simples forma de molas e barras de torção e, apesar do carro parecer que ia capotar a cada curva, passou com facilidade o "teste" da cesta de ovos.
O "Deux Chevaux", baptizado assim pela sua potência fiscal, seria finalmente lançado no salão de Paris em 1939. Mas a guerra rebentou e a amostra não teve lugar. O 2CV foi então guardado e preparado para ser lançado no pós-guerra.
Quando foi finalmente apresentado em 1948 o modelo tinha sofrido algumas alterações. Incluíram a refrigeração a ar, para tornar o motor mais fácil de manter e reparar, e uma carroçaria mais atraente. Mas a simplicidade manteve-se: o tecto era de lona, as janelas laterais fixas com portinholas para ventilação e para se poder sinalizar as manobras manualmente, os bancos podiam ser retirados para se poder aumentar o volume de carga.
O 2CV fez parte da gama da Citroen ate 1990 tendo ganho mais potência e cores mais brilhantes, e o mercado alvo passou dos agricultores franceses para todos os condutores urbanos a nível europeu. Ao ver as carroças em Clermont Ferrand, Boulanger estava longe de imaginar o mito que estava a criar.
Fonte: http://forum.motorclassico.pt/showthread.php?t=5173


Mini Cooper

A história da Mini tem início em 1957 quando Leonard Lord, diretor do construtor de automóveis Morris, em consequência da crise do petróleo que se fazia sentir, desafia o seu engenheiro de topo, o turco Alec Issigonis, a projetar um carro que transportasse confortavelmente 4 passageiros sem ter mais de 3 metros de comprimento e que consumisse pouca gasolina. Desta forma, em 1959, começa a ser comercializado o tão aguardado compacto apresentado na altura com dois nomes - Austin Seven e Morris Mini Mirror - que viria a ser um ícone da indústria automóvel britânica.
     Reunidas as condições para o sucesso, um erro de cálculo levou à venda das primeiras séries a um valor abaixo do preço de custo da produção, o que se refletiu em perdas significativas por parte da British Motors Corporation que quase provocaram uma morte antecipada do modelo. Contudo, as novidades apresentadas (carroçaria monobloco; motor transversal, tração dianteira, suspensão hidráulica e rodas de 10 polegadas) e o seu design simpático e inovador cativava o público que o adquiria e que enaltecia as suas qualidades.
     A década de 60 foi considerada a época de ouro para o pequeno modelo. Desejado por todos, sobretudo pela classe artística, em 1969 o Mini estreia-se na 7ª arte (no filme “The Italian Job”), conquista a rainha de Inglaterra e até a popular banda “Beatles”. Tanto sucesso atraiu John Cooper, herdeiro da empresa especializada em carros de corrida Cooper Car Company, a efetuar algumas alterações no modelo que lhe valeram uma vitória no Rali de Monte Carlo e a consequente produção do então designado “Mini Cooper” que até ao término de produção, em 1967, viu comercializadas mais de 12.000 unidades, seguido de um aperfeiçoamento deste mesmo modelo designado de Mini Cooper S, que vendeu mais 4.000 exemplares.
   Em 1970 o novo modelo perde os emblemas da Austin e da Morris. Esta década é sobretudo marcada pela globalização da marca. Em 1972 começa a ser fabricado em Itália e mais tarde um pouco pelo resto do mundo, Portugal incluído, ainda que a produção fosse sob licença. A partir dos anos 80, sobretudo até a sua venda, em 1984 à BMW, o modelo foi registando melhorias sobretudo ao nível de segurança e conforto.
    Em 2001 a gigante alemã decidiu reanimar a adormecida Mini ainda que, para distinguir o modelo antigo do novo, tenha passado a designar a marca com maiúsculas (MINI). Ligeiramente mais comprido (+60 cm) e mais largo (+30 cm) do que o modelo original, o novo MINI, integralmente redesenhado e produzido na Europa, manteve a herança da marca no que à otimização do espaço diz respeito mas sofreu alterações significativas em alguns aspetos como, por exemplo, o valor de aquisição refletido agora por todo o peso de uma história mítica e também pelo facto de ser produzido de acordo com os padrões de qualidade do grupo BMW. Ao MINI Cooper S seguiu-se a variante Cabrio. Atualmente, o novo modelo que é um sucesso de vendas disponibiliza também as carroçarias Countryman, Clubman, Coupé e Roadster. 2011 foi o ano de regresso à competição desportiva, uma aposta que se viria a revelar de sucesso estando já projetada a constituição de uma equipa oficial da marca.
Fonte: http://www.motorconsult.pt/marcas/mini/historia#.WAHJYfRhqt8 




quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Porsche 918 RSR

O Porsche 918 Spyder é um carro superesportivo com motor central desenvolvido pela Porsche. É alimentado por um motor V8 de 4.6 litros normalmente aspirado, desenvolvendo 453 kW (600 cavalos-vapor), com dois motores elétricos que fornecem 208 kW (300 cavalos-vapor) adicionais para uma saída combinada de 661 kW (900 cavalos-vapor). O conjunto de baterias de íon-lítio de 6,8 kWh do 918 Spyder entrega uma autonomia elétrica de 12 milhas (20 quilômetros) sob testes de cinco ciclos da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos[1]. O carro tem uma velocidade máxima de cerca de 340 km/h (200 mph)[3].
Fonte: wikipédia



Lamborghini Gallardo

O Gallardo foi um modelo esportivo da Lamborghini, tendo sido lançado em 2004. É o primeiro modelo da marca equipado com motor V10, agora com 520 CV. No Salão de Genebra de 2007 foi lançada a versão Superleggera,[1] com 10 cv a mais e 100 Kg a menos. Em 2005 foi considerado pela revista Car Design News um dos dez carros mais belos do mundo, e um dos três feitos por Giorgetto Giugiaro que está nesta lista, foi sucedido pelo Lamborghini Huracán.
Fonte: wikipédia